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Belíssimo blog!

Farofa Filosófica

CONHECIDA COMO A PENSADORA DA LIBERDADE, HANNAH ARENDT VIVEU AS GRANDES TRANSFORMAÇÕES DO PODER POLÍTICO DO SÉCULO XX. ESTUDOU A FORMAÇÃO DOS REGIMES AUTORITÁRIOS/TOTALITÁRIOS INSTALADOS NESSE PERÍODO E DEFENDEU OS DIREITOS INDIVIDUAIS, CONTRA AS “SOCIEDADES DE MASSAS” E OS CRIMES CONTRA A PESSOA.


Alemã de origem judaica Hannah Arendt (1906 – 1975) formou-se em filosofia em Heidelberg, período em que foi aluna do filósofo Martin Heidegger. Trabalhou, entre outras atividades, como jornalista e professora universitária. Recusava-se ser classificada como “filósofa” e também se distanciava do termo “filosofia política”; preferia que suas publicações fossem classificadas sob o tema “teoria política”. Entretanto, ela continua sendo estudada como filósofa, em grande parte devido a suas discussões críticas de filósofos como Sócrates, Platão, Aristóteles, Immanuel Kant e Martin Heidegger, além de representantes importantes da filosofia moderna como Maquiavel e Montesquieu. Devido aos seus trabalhos sobre filosofia existencial e sua reivindicação da discussão política livre, Arendt tem um papel central…

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Texto muito bom! Vale a pena a leitura!

Blog Cidadania & Cultura

Antônio Suarez Abreu, no livro “A Arte de Argumentar – Gerenciando Razão e Emoção”, afirma: “vitimados por uma educação desestimulante, submetidos ao julgamento crítico da opinião pública, massificados pela mídia, vivemos nossas vidas adiando ou perdendo nossos sonhos e isso nos torna infelizes. Até mesmo pessoas com sucesso financeiro e prestígio pessoal acabam tendo esse destino. Todas sofrem a doença da solidão, uma doença que nos separa até mesmo dos nossos familiares, com quem, muitas vezes, vivemos em um clima diário de discussões e ressentimentos.

[Millor Fernandes definiu família como “agrupamento de pessoas com a chave da mesma casa”.]

Todos nós teríamos muito mais êxito em nossas vidas, produziríamos muito mais e seríamos muito mais felizes, se nos preocupássemos em gerenciar nossas relações com as pessoasao nosso redor, desde o campo profissional até ao pessoal. Mas para isso é necessário saber conversar com elas, argumentar

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Cara Eliane,

Tivemos e temos hoje muitos desafios para empreender nosso crescimento interno e externo. E devo dizer que não tem sido fácil; mas, há sonhos que ainda são sonhados e que, portanto, merecem que sigamos. E eu aqui vou seguir.

Certamente, você já superou todas as dificuldades de antes e, agora, pode até ter outras, mas com certeza, não as mesmas que nós bem conhecemos: você e eu. Mas somos a mesma pessoa; sim, nós somos. Contudo, a pessoa que você é neste dia é alguém muito melhor, muito mais realizada e muito mais útil para a humanidade do que eu fui. E é isso o que importa!

Eu não tenho dúvidas de que você produziu e produz coisas incríveis; que você se transformou num ser muito mais completo em termos de aprendizado espiritual e material, e que foi além de tudo aquilo que imaginamos, algum dia, lá atrás, e que nos marcou porque era o início de uma nova jornada em busca de nós mesmas.

Você compreende o que digo, porque digo o que você sentiu de dor, de alegria, de possibilidades perdidas e aproveitadas; você estava lá, junto comigo, se preparando, se conhecendo para estar aqui, neste exato momento, fazendo exatamente o que faz hoje, pois já sabia que isso era inevitável. Era o nosso destino!

Eu nos parabenizo e agradeço ao Universo por jamais ter desistido de nós, e mais ainda: por nos ter levado sempre aonde precisávamos ir e nos colocado nas situações que nos provocariam a mudar e a nos transformar inteiramente, por dentro e por fora.

Tudo o que ouvi, li, escrevi, compus e, principalmente, tudo aquilo que deixei passar, que permiti que apenas fluísse para fora de mim também foram primordiais para moldar a personalidade que construímos. E tenho certeza, que muitas pessoas também foram, de alguma forma, atingidas por nossas escolhas e, espero que outras tantas ainda o sejam, em breve.

Muito obrigada por estar comigo! Por me permitir me alimentar dessa certeza de que somos co-criadores de nossa realidade e somos plenamente capazes de nos unir ao Universo e romper toda e qualquer barreira, porque tudo o de que precisamos esteve, está e estará dentro de cada um de nós. Sempre!

Namastê e go ahead!

Eu te amo!

Eliane Santana

#DesafioDeEscritaCompassiva

#NinhoDeEscritores

É curioso, e talvez seja bastante clichê, mas é a pura verdade…

O tema desse desafio – o sexto – me fez lembrar de algumas coisas e, concluí que, na verdade, foram dois encontros que mudaram a minha vida: o encontro com os meus filhos ao nascerem. E toda a luz e simplicidade que nasceu em minha vida junto com eles!

E o segundo, posso dizer que ainda estou vivendo que é o encontro comigo mesma. Desde que iniciei essa jornada sincera e comprometida de autoconhecimento, percebo que as situações e acontecimentos não ocorrem mais como antes…É como se realmente, o tempo parasse para que eu pudesse escolher com calma, avaliar, analisar cada passo, cada sensação que se desdobra em cada circunstância com a qual me envolvo. É uma sensação única! Nunca senti nada parecido…

E quanto mais me aprofundo e medito acerca de mim e de como o mundo aqui fora me afeta intimamente, e  noto que meu nível de controle aumenta exponencialmente, porque agora estou consciente da grandeza que a vida representa, do equilíbrio que tudo ao meu redor possui e do quanto fluir junto com ordem perfeita e que, muitas vezes, foge ao meu entendimento, é a maneira mais simples e poderosa de se viver.

Então, hoje me rejubilo com todo esse aprendizado que me é possível alcançar e, digo sem medo de ser feliz que, esse encontro comigo é, sem dúvida, muito marcante e intenso a cada momento. E, é assim que pretendo continuar: avançando nessa jornada de luz e de harmonia com a vida e com o Universo.

Até breve.

#DesafioEscritaCompassiva

#NinhoDeEscritores

 

Eis um momento difícil de apontar, afinal na maioria das vezes, não estamos aptos para falar sobre algo do dia a dia que seja mágico ou que te transporte para um momento de total lucidez e paz…Tão corridos e estressados que estamos, não é?

Pensei bastante antes de escrever e concluí que meu “magic moment” na vida é quando começo meu ritual diário para tomar banho. Tomar banho?! Sim, exatamente. Essa é uma situação em que faço questão de voltar-me pra mim para me proporcionar não apenas a higiene física, mas principalmente, a higiene espiritual, mental e emocional; é na água que corre pelo corpo que permito que se vão todas as sensações e sentimentos ruins que ficaram de um dia de trabalho, o cansaço, a frustração, a desilusão se por acaso houver, enfim, todo o tipo de auto cobrança, de dor, de tensão pelas coisas que não funcionaram naquele dia ou toda a ansiedade por desejos não realizados ou por algum motivo cancelados…

Este é o ápice do meu dia, porque estou finalmente só comigo, e ali posso refletir sobre o que fiz ou quem sou e, encontrar o que me faz melhor e incentivar o que me faz feliz, como por exemplo, escrever: durante o banho tenho os chamados insights que podem vir a se tornar boas histórias ou belos poemas, ao menos, para mim já que eu sou o primeiro apreciador ou depreciador da minha própria obra, e faz toda a diferença odiar ou amar o que se faz sobre o planeta, não é?

Este exercício é de escrita compassiva, então, devo sentir antes e escrever depois, sem rótulos, sem julgamentos, sem expectativas… Aqui estou, tomando o ‘banho’ de minha escrita simples, intimista e leve, sem preocupações alheias. Quando escrevemos, naturalmente, provocamos sensações positivas ou negativas, depende de quem lê; mas, especialmente hoje, dou-me o luxo de apenas ser, e quer saber? Está na hora do meu banho…

#DesafioEscritaCompassiva

#NinhoDeEscritores

Esse é o quarto desafio; mais uma vez, um desafio e tanto!

Eu poderia dizer ou descrever os partos dos meus pequenos para exemplificar a preciosidade da vida, ou contar das inúmeras reuniões em família e entre amigos nas quais nos unimos para jogar ou apenas para rir e conversar assistindo uma comédia ou um drama, mas há um momento que até aqui – graças ao Universo Divino – foi, real e literalmente, único: uns dias de UTI devido à uma intoxicação alimentar. Na verdade, até hoje, não sei bem o que foi; mas, foi uma experiência terrível e incrível ao mesmo tempo…

Você não sabe o que é viver até encontrar um momento em que precisa lutar pela sua vida, pelos seus sonhos e por aqueles que ama. Precisa lutar para merecer voltar àquelas reuniões de família onde todos sorriem, onde cada um é o que é, e nada mais. E você os ama, exatamente, porque são o que são.

Foi difícil ver uma pessoa morrer naquela semana dentro da UTI… Foi como se minha própria alma se partisse, pois não pude fazer nada a não ser rezar. Me senti impotente; me senti tão pouco humana. E vendo os rostos de médicos e enfermeiros que lidam com isso todos os dias pensei: “Não posso ser tão orgulhosa em pensar que poderia ter ajudado; quem sou eu senão um mero paciente? Que sei eu da vida desses profissionais que lutam pelas suas vidas e pelas dos outros também? Só posso lhes agradecer por cuidar de mim; e por acreditar que sairei daqui.”

Preciosa é pouco para a vida!

A vida é demais para nós! E, inúmeras vezes, esquecemos que somos únicos e esquecemos que tudo o que temos é único, inclusive, nossas experiências, sejam elas quais forem, venham como vierem…

Hoje vejo o quanto não sei compreender tanta magnitude, tanta perfeição e tamanha beleza! Nossas fugas, nossas dores, nossas confusões, nossas brigas nada mais são do que sintomas de nossas dificuldades em compreender a vida, porque ela nos mete tanto medo que ficamos paralisados. Ela é tão intensa em todos os seus ensinamentos que não suportamos que olhe para nós como únicos que ela e nós somos; e afundamos em receios, sofrimentos, ilusões que nós mesmos criamos por medo de olhá-la nos olhos e dizermos o quanto nós a amamos, e que ela é tudo de que precisamos. Só precisamos estar nela, e não com ela.

Nós somos Criação; a Vida é Criação! Somos tão belos e perfeitos quanto tudo o que é da Criação, creia você no que quiser, seja Deus, seja o Big Bang… Não importa! Todos nós somos preciosos; aproveitemos para agradecer por ser Únicos! Nada mais.

#DesafioEscritaCompassiva #NinhoDeEscritores

Devo agradecer aos céus por não serem tantas assim, mas uma que ficou muito forte, apesar de hoje não me provocar nenhuma mágoa, foi esta:

Três de fevereiro de 1997 – minha primeira estrelinha desabrochou de mim nesse dia. A pequenina Jady! Tão linda, tão doce e tão forte, nasceu nesse dia. Tive uma noite complicada por causa do trabalho de parto que foi longo e doloroso, além de todas as cenas que presenciei dentro do salão da obstetrícia da Maternidade Amparo Maternal. Era o único lugar que tinha vagas para nós duas. Minha mãe e eu já havíamos andado em diversos lugares e, eu estava desde cedo sentindo dores; não aguentava mais!

Fui muito bem tratada e muito bem assistida – inclusive por uma conhecida que nem sabíamos que trabalhava lá, na época.

As médicas e os médicos, assim como enfermeiras e enfermeiros foram muito atenciosos comigo, e me deram todo o suporte, afinal, tudo era novo para mim, tanto o lugar quanto a situação. Talvez por isso tenha acreditado que era especial: tudo girava ao meu redor e da pequena que nasceu. Mas estava enganada.

Quando li sobre esse desafio, nenhuma outra imagem me vinha à mente além dessa: a aparente frieza do pai dela ao vê-la. De óculos escuros estava… de óculos escuros permaneceu. Não havia nenhuma manifestação de alegria ou coisa que valesse… Arrependimento, raiva, o que quer que fosse…. Era importante para mim!

Depois de três dias, tivemos alta e fomos para casa. Aquela sensação de que tudo tinha deixado de ser especial continuava. Eu sabia que não era culpa nossa. Hoje entendo que cada um tem seu jeito de manifestar emoções; nunca cobrei, mas fiz um trabalho intenso de compreensão e perdão sobre isso.

Não escondi o fato dela, mas sei que é doloroso, afinal, é o único pai que ela tem.

Durante muito tempo, pensei que ela realmente merecia – e merece! – um pai melhor, mas quando se é jovem e se acredita no amor, nos envolvemos demais e não nos damos conta de nossas próprias expectativas. Hoje vejo que a culpa foi dessa ilusão em que me coloquei e que me permitiram aprender a amar de outro jeito: sem esperar demais nem me entregar demais. Se é certo ou não; se me fez bem ou não, creio que ainda não consigo responder. Mas, certamente, me proporcionou a energia e a certeza de que eu precisava de que aquela pequena flor – que hoje é a minha Musa Inspiradora, uma delas – cresceria e, eu era responsável por todo bem-estar, por toda a alegria e por toda a felicidade que eu poderia proporcionar e que ela, com certeza, já estava me trazendo. Entendi que juntas brilhamos ainda mais, e não permitirei que esse brilho se apague, nem nela nem em mim.

Sei que o desafio deve ser compassivo para comigo, e acreditem, não é fácil não me julgar. Poderia ter escolhido outro caminho, mas esse foi o escolhido. E não há nada mais belo, mais perfeito e mais precioso do que a jornada que fazemos juntas, todos os dias de nossas vidas. E assim seguiremos em muitas outras aventuras que nos aguardam, com gratidão e amor infinitos, porque sei que por isso estamos aqui.

#DesafioEscritaCompassiva

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